Cruzeirista no Brasil: 73,3% estreiam e 54,6% são mulheres

Quem embarca num cruzeiro no Brasil está, na maioria das vezes, estreando. É o que mostra o estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) feito para a Cruise Lines International Association (CLIA) sobre a temporada 2025/2026: 73,3% dos hóspedes entrevistados estavam fazendo a primeira viagem de navio.

Mulheres são 54,6% dos cruzeiristas

O público feminino responde por 54,6% dos entrevistados. A faixa de 36 a 45 anos concentra 29,3% dos viajantes, e 56,5% são casados. Na escolaridade, 49,5% têm ensino superior completo, percentual que sobe para 64,3% quando se somam os que têm pós-graduação.

O perfil é de gente empregada: 49% trabalham com carteira assinada e 36,2% atuam em empresas privadas. Ou seja, o cruzeiro deixou de ser programa de aposentado e virou opção de férias de quem está no mercado de trabalho.

Renda: mais da metade entre R$ 5 mil e R$ 15 mil

A renda familiar mensal de 52,1% dos entrevistados fica entre R$ 5 mil e R$ 15 mil. Na faixa mais detalhada, 26,2% declaram entre R$ 5.001 e R$ 10 mil. Somando os recortes, 84,8% têm renda familiar acima de R$ 5 mil e 60,3% acima de R$ 10 mil.

Santos é o porto de 60,9% dos embarques

O Porto de Santos aparece como principal ponto de embarque, usado por 60,9% dos entrevistados. Isso explica por que a maior parte dos roteiros de curta duração no litoral brasileiro sai de lá, e não do Rio de Janeiro ou de Itajaí.

Se você está na estatística dos 73,3% que nunca embarcaram, vale começar por um roteiro curto: três ou quatro noites bastam para entender a rotina a bordo. A Englobetour tem saídas de Santos para Búzios, Balneário Camboriú, Ilhabela e Buenos Aires, além de cruzeiros de sete noites. Veja as opções de cruzeiros pelo Brasil e a página de roteiros saindo de portos brasileiros.

Fonte: estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) para a CLIA, temporada 2025/2026. Reportagem de referência: Krooze.

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